Saturday, December 30, 2006
Os Agentes Também Amam

Uma das mais fortes lembranças com relação ao seriado “Miami Vice” é a do seu tema de abertura.Mas nesta versão para o cinema escrita, produzida e dirigida por Michael Mann (o criador do programa de TV) não há sombra de coisa alguma que lembre a série.A não ser os personagens principais, os agentes Sonny Crocket (Colin Farrell) e Rico ( Jamie Foxx).Escolha que ao final se mostra correta pois desvencilhando seu filme do seriado, Mann pode desenvolve-lo visando não só os antigos fãs que a assistiam nos anos 80 (estrelado por Don Johnson e Philip Michael-Thomas) como também à audiencia atual.
No longa, Sonny e Rico tem de se infiltrar no bando de um tal Jose Yero, um traficante de drogas barra-pesada.Acabam descobrindo que Yero é um mero testa de ferro do verdadeiro chefão, Jesus, cujos negócios ilícitos envolvem bem mais do que o tráfico de entorpecentes.Os dois, se passando por experientes negociantes, conseguem acertar um transporte de carga para Yero, seguindo assim o plano para ganhar sua confiança.Coisa que não será fácil pois ele mantém uma pulga atrás da orelha com relação a eles.Ainda mais quando Sonny começa a se engraçar com Isabella(a lindíssima Gong Li), braço direito de Jesus, e sua amante.Ela não sabe que ele é um policial disfarçado e ele não sabe até aonde irá esse caso de amor sobre um fio de navalha.
Tudo isso se passa numa Miami noturna e colorida (como ocorria no seriado), dentro de mansões luxuosas, carrões e lanchas envenenadas mas também em Ciudad Del Este, na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina) onde o contrabando rola solto, a pobreza circunda e o território parece ser de todos e de ninguém mas no fundo pertence apenas ao chefão Jesus.
No começo incomoda um pouco toda a “marra”dos agentes (principalmente Foxx, compenetrado em franzir suas sombrancelhas) mas o filme melhora bastante a partir do momento em que eles se humanizam.Sonny em sua paixão arrebatadora por Isabella e Rico no drama que vive sua namorada e também colega de trabalho, entre a vida e a morte depois de ser alvo de uma emboscada armada por Jose Yero.
Michael Mann acertou a mão mais uma vez e assim como em “Colateral” voltou a utilizar cameras digitais, o que se presta muito bem aos cenários noturnos e de tons super-matizados não só de Miami como também de Ciudad Del Este.
Cores ao máximo, velocidade no limite, vida por um piscar de olhos, esse é o mundo de “Miami Vice”.Mas aquele antigo tema de abertura ainda continua tocando no aparelho de som da minha mente.
No longa, Sonny e Rico tem de se infiltrar no bando de um tal Jose Yero, um traficante de drogas barra-pesada.Acabam descobrindo que Yero é um mero testa de ferro do verdadeiro chefão, Jesus, cujos negócios ilícitos envolvem bem mais do que o tráfico de entorpecentes.Os dois, se passando por experientes negociantes, conseguem acertar um transporte de carga para Yero, seguindo assim o plano para ganhar sua confiança.Coisa que não será fácil pois ele mantém uma pulga atrás da orelha com relação a eles.Ainda mais quando Sonny começa a se engraçar com Isabella(a lindíssima Gong Li), braço direito de Jesus, e sua amante.Ela não sabe que ele é um policial disfarçado e ele não sabe até aonde irá esse caso de amor sobre um fio de navalha.
Tudo isso se passa numa Miami noturna e colorida (como ocorria no seriado), dentro de mansões luxuosas, carrões e lanchas envenenadas mas também em Ciudad Del Este, na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina) onde o contrabando rola solto, a pobreza circunda e o território parece ser de todos e de ninguém mas no fundo pertence apenas ao chefão Jesus.
No começo incomoda um pouco toda a “marra”dos agentes (principalmente Foxx, compenetrado em franzir suas sombrancelhas) mas o filme melhora bastante a partir do momento em que eles se humanizam.Sonny em sua paixão arrebatadora por Isabella e Rico no drama que vive sua namorada e também colega de trabalho, entre a vida e a morte depois de ser alvo de uma emboscada armada por Jose Yero.
Michael Mann acertou a mão mais uma vez e assim como em “Colateral” voltou a utilizar cameras digitais, o que se presta muito bem aos cenários noturnos e de tons super-matizados não só de Miami como também de Ciudad Del Este.
Cores ao máximo, velocidade no limite, vida por um piscar de olhos, esse é o mundo de “Miami Vice”.Mas aquele antigo tema de abertura ainda continua tocando no aparelho de som da minha mente.